Não escrever é como acordar sem respirar.
De todos os meus medos,outros surgiram.Na sensação no naufrágio perante a ilha que me cercava.A minha luz tem o dia mais colorido,é como superar para vencer.
Te gosto e me gosto, mas não sei gosto dos dois juntos. Não quero meu corpo como quadro intocável frente a uma corda vermelha sendo ofuscada por câmeras caseiras.Não preciso de você, mas ao mesmo tempo sinto o tempo em que não entendo sua fala. Não gosto dos amadores e me irrito com quem não lê, pelo menos as placas de trânsito, para não se perder.
Ultimamente reparo nos cabelos e principalmente no meu. Tenho dado certa importância para roupas alinhadas e perfumes caros, acho que mudei. Olho com mais calma e não me esqueço nunca de quem um dia disse que me amava, que ainda ama ou que um dia vai amar.
Ele (o mesmo, ou o outro mas com nome diferente):
- ......
Ela(com o mesmo nome, mas outra):
- .......
-Me dá uma carona?
-Pra onde você vai?
-Você pode mover seu rosto?O sol não me deixa ver seu olho.
-É castanho mesmo, sem surpresas.
-....
-E aí?Vai me deixar entrar ou não?
Segunda-feira, Agosto 25, 2008
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1 comentários:
Tuas falas arrepiam.
Breves momentos que te leio, me vejo na sua cabeça e como telespectador de seus silenciosos momentos.
Vividos entre um sinal vermelho e verde. Efêmeros e intensos.
Parada no sinal que te obrigam mas livre e infinita como humana.
Só resta saber se quem te cruza pelo caminho te dá sinal verde ou sinal vermelho.
E saber se você prefere retas ou curvas ou percursos longos ou curtos.
O carro, as roupas, os perfumes e os cabelos só marcam a sua nova presença no mundo.
Muito bem-vinda.
Espero sempre estar ao seu lado mesmo distante.
Um beijo sem tamanho e uma saudade sem fim.
Marcelo
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