Aquela faca abriu aquela ferida que insistia em cicatrizar.Mas eu não deixei.O sangue se mostrou muito mais sujo e difícil de correr.Eu não deixei,eu nunca deixo.Eu insisto em ver o sangue,mesmo não sendo meu,mesmo não sabendo quem eu sou.Só quando vejo o sangue é que percebo que sou a contradição que sempre quis ser,mas não sei viver.
Se ele lembra de mim?Nunca,ele nem me conheceu.
Domingo, Agosto 10, 2008
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