
família reunida.há mais de 15 anos.amigos de sempre que me mostram os caminhos seguros,não necessariamente os corretos,mas seguros.as avenidas que andei a pé,os edifícios que são ponto de referência.
a gente senta na mesa e papeia.a gente comemora um aniversário e percebemos que o tempo passou,e passa.
a amiga que me mostra diferentes idéias e que se mostra segura,que quer vencer seus medos,que continua com as mesmas gírias,o mesmo volume da voz,mas que me olha diferente.ela cresceu.eu também.
o ex-namorado que apresenta a nova namorada tímida,é,a primeira vez de qualquer novo membro não é das mais fáceis,sempre foi assim,mesmo aceitando-os,a gente olha uma para outra e se pergunta quem é.
a mãe da amiga que se sente feliz ao me ver,me diz que não mudei nada,desde pequena tenho o mesmo rostinho(foi assim que ela disse,eu juro).
na flutuação que me encontro agora,no meus pés leves e no meu peito aberto.sou acolhida.sou reconhecida.falam a língua fácil de ser entendida.alívio.
a tribo.minhas críticas quanto a sua formação e proposta se esvaem.quero agora.quem fala minha língua,quem sabe como acordo,quem reconhece meus passos e sabe da minha história.
quero o abraço que senti.naquele momento,não tinha nada que eu mais queria.
conforto.nem me importo com ele.quero vivê-lo.conhecedores dos nossos mundos,podemos dar risada sem antes soltar uma palavra.
pisei pela primeira vez em chão firme.duro.aquele que construí junto à mim.
volto.voltarei sempre.irei sempre.
no meu pouso ou no meu vôo.
gosto deste meu lugar que é lugar concreto.neste que eu possa mensurar,sem me perder.me encontrar sem me buscar.nada mais.
sou tantas que sou daqui também.me fecho com minhas falas sólidas e convictas.
a gente senta na mesa e papeia.a gente comemora um aniversário e percebemos que o tempo passou,e passa.
a amiga que me mostra diferentes idéias e que se mostra segura,que quer vencer seus medos,que continua com as mesmas gírias,o mesmo volume da voz,mas que me olha diferente.ela cresceu.eu também.
o ex-namorado que apresenta a nova namorada tímida,é,a primeira vez de qualquer novo membro não é das mais fáceis,sempre foi assim,mesmo aceitando-os,a gente olha uma para outra e se pergunta quem é.
a mãe da amiga que se sente feliz ao me ver,me diz que não mudei nada,desde pequena tenho o mesmo rostinho(foi assim que ela disse,eu juro).
na flutuação que me encontro agora,no meus pés leves e no meu peito aberto.sou acolhida.sou reconhecida.falam a língua fácil de ser entendida.alívio.
a tribo.minhas críticas quanto a sua formação e proposta se esvaem.quero agora.quem fala minha língua,quem sabe como acordo,quem reconhece meus passos e sabe da minha história.
quero o abraço que senti.naquele momento,não tinha nada que eu mais queria.
conforto.nem me importo com ele.quero vivê-lo.conhecedores dos nossos mundos,podemos dar risada sem antes soltar uma palavra.
pisei pela primeira vez em chão firme.duro.aquele que construí junto à mim.
volto.voltarei sempre.irei sempre.
no meu pouso ou no meu vôo.
gosto deste meu lugar que é lugar concreto.neste que eu possa mensurar,sem me perder.me encontrar sem me buscar.nada mais.
sou tantas que sou daqui também.me fecho com minhas falas sólidas e convictas.

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