A gente pensa em tudo e nada ao mesmo tempo
A gente tem as mesmas palavras de antes
A gente não sabia como agir,mas como agir foi dos problemas o menor
A luz reflete e mostra talvez daqui dez anos
Já somos aquilo que queríamos ser
Corriqueiro
Fugimos da rotina mas cruza-se com ela
Novas músicas tocam,novos amores mexem
Os mesmos olhares,a mais profunda clareza
Que só uma base tão forte pode trazer
Pedimos para ficar,pedimos para saber o que fazer
Só se sabe de mim,só se sabe de ti
Lavo a alma e descarrego
O tempo não se mostra influente
O tempo de repente é o mais importante
Viveremos até quando?
Acharemos respostas até quando?
Pode-se deixar levar?
Quanto mais,menos eu consigo
Meus trabalhos foram salvos
Suas dúvidas foram solucionadas
A parceria se fez presente mais uma vez
Meu choro foi acolhido
Aquele namoro de adolescência que não deu certo
Acho que não casarei
Acha que casará
A minha ajuda naquele texto que não tinha idéia
As minhas infinitas subjetividades
Seu racional me trazendo pro chão
Sua mudança de comportamento
As críticas que te abalavam, e muito
Temos uma mesa
Temos um conflito
Temos uma cabeça baixa
Temos
Sempre teremos
Sempre seremos.
Quarta-feira, Fevereiro 15, 2006
Terça-feira, Fevereiro 07, 2006
Alforria,a gente acredita.*
Não pensar muito me faz bem ultimamente
Decisões tomadas por um impulso e sensações sentidas por inteiro,como se fosse a primeira vez
Não considerar atrasos na chegada
Não observar como tenta ser natural
Observar uma mudança
Sorrir com seus olhos
Deitar com muito sono
Lembro -me de brincadeiras de criança
É tudo verdade agora
Até a hora que você cruza o corredor e me pede
Transparecer nossas vontades nos deixa inibidos,contraditório,mas é real
Não temos ponteiros para controlar os passos
Não possuímos a fala justificando
Minha voz cala
Palavras de ontem
Palavras de hoje
Eu muda,eu me torno
Você cala e já tornou-se
Sinto-me feliz como amelie
Fulgaz
Deixo ler as entrelinhas,o que estou fazendo?
Com todo o sentido,sem sentido nenhum
Frio mas não premeditado
Intenso,mas já se sabia
Derrete-se e derreto-me
Somos quem,agora somos qual?
Não me traz essas perguntas
Me traz respostas,sempre.
Decisões tomadas por um impulso e sensações sentidas por inteiro,como se fosse a primeira vez
Não considerar atrasos na chegada
Não observar como tenta ser natural
Observar uma mudança
Sorrir com seus olhos
Deitar com muito sono
Lembro -me de brincadeiras de criança
É tudo verdade agora
Até a hora que você cruza o corredor e me pede
Transparecer nossas vontades nos deixa inibidos,contraditório,mas é real
Não temos ponteiros para controlar os passos
Não possuímos a fala justificando
Minha voz cala
Palavras de ontem
Palavras de hoje
Eu muda,eu me torno
Você cala e já tornou-se
Sinto-me feliz como amelie
Fulgaz
Deixo ler as entrelinhas,o que estou fazendo?
Com todo o sentido,sem sentido nenhum
Frio mas não premeditado
Intenso,mas já se sabia
Derrete-se e derreto-me
Somos quem,agora somos qual?
Não me traz essas perguntas
Me traz respostas,sempre.
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006
Alforria por favor.
Meu telefone toca e uma bela notícia.
Ele diz que não,como sempre,devia estar com os olhos fechados ao negar,como sempre faz quando quer esconder algo.
A paixão chegou sim,admitir não vai,mas ela ultrapassou sua voz e chegou até mim.
Devemos fazer tudo que as pessoas mandam?
Devemos ser tão durões com nós mesmos?
Devemos nos debruçar por inteiro em pessoas,em corpos estranhos?
Devemos sentir a pulsação como se fosse nossa?
Devemos absorver o calor e levá-lo para casa?
Devemos abraçar sem pecado,consumir todo o fôlego,correndo o risco de não respirar depois?
Devemos esquecer toda essa bobagem?
Devemos nos manter cada vez mais vivos perante nossas vontades?
Em que idade isto se para?
Quando teremos uma voz racional nos conduzindo para caminhos sem riscos?
Teremos isto um dia?
Acordaremos não donos?
Acordaremos donos?
Dormiremos com mais paz ?É possível?
Por que esta invasão nos incomoda?
Por que devemos ser tão individualistas?
Devemos dizer mais eu te amo.
Devemos sorrir.
Devemos sentir,para sempre.
Devemos demonstrar,mesmo que incomode.
Devemos nos afundar,até que tudo se acabe.
Devemos dançar, livres.
Já dizia o grande poeta,
Felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar,
Voa tão leve,
Mas tem a vida breve,
Precisa que haja vento sem parar.
Ele diz que não,como sempre,devia estar com os olhos fechados ao negar,como sempre faz quando quer esconder algo.
A paixão chegou sim,admitir não vai,mas ela ultrapassou sua voz e chegou até mim.
Devemos fazer tudo que as pessoas mandam?
Devemos ser tão durões com nós mesmos?
Devemos nos debruçar por inteiro em pessoas,em corpos estranhos?
Devemos sentir a pulsação como se fosse nossa?
Devemos absorver o calor e levá-lo para casa?
Devemos abraçar sem pecado,consumir todo o fôlego,correndo o risco de não respirar depois?
Devemos esquecer toda essa bobagem?
Devemos nos manter cada vez mais vivos perante nossas vontades?
Em que idade isto se para?
Quando teremos uma voz racional nos conduzindo para caminhos sem riscos?
Teremos isto um dia?
Acordaremos não donos?
Acordaremos donos?
Dormiremos com mais paz ?É possível?
Por que esta invasão nos incomoda?
Por que devemos ser tão individualistas?
Devemos dizer mais eu te amo.
Devemos sorrir.
Devemos sentir,para sempre.
Devemos demonstrar,mesmo que incomode.
Devemos nos afundar,até que tudo se acabe.
Devemos dançar, livres.
Já dizia o grande poeta,
Felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar,
Voa tão leve,
Mas tem a vida breve,
Precisa que haja vento sem parar.
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